Perguntada sobre como uma adolescente de 17 anos lida com a fama repentina, Lorde disse que está se acostumando. “Acho que quando acontece com você é menos estranho. Por exemplo, estar na capa da revista Rolling Stone você pensa ‘coisas assim nunca acontecem com pessoas como eu’, mas quando você está entre outras pessoas que já estiveram na capa não é tão esquisito. Eu me ajustei”, disse Ella O’ Connor. “Fui sortuda”, comentou sobre o sucesso.
Sobre seu trabalho, a cantora revelou que “Royals” não é a sua melhor música. “Entendo porque a fiz e porque ela fez sucesso. Vejo estas qualidades, mas ao mesmo tempo estas melodias não são tão boas quanto as que eu posso escrever agora. Eu tinha 15 anos quando a compus e agora tenho 17. Eu cresci neste período”, enfatizou.
“Eu sei que uma faixa é importante para mim quando eu posso ouvir a minha vida nela. Se você escreve algo super pessoal, como eu faço, a única preocupação é se ela não será identificável para outras pessoas porque seria bem específica”, disse sobre seu processo de composição.
Ainda no bate-papo, Lorde falou sobre administrar a carreira desde cedo. “Quando eu tinha 12, 13 anos eu ditava a minha carreira e meus agentes e gravadora me apoiaram. O que é estranho porque adultos que fazem este trabalho há muito tempo não querem obedecer alguém que está no ensino fundamental”, admitiu.









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