A cantora americana Lana Del Rey está na lista de colaboradores do álbum novo do produtor de hip-hop Emile Haynie. O disco será lançado no dia 23 de fevereiro com o título de “We Fall”, e Lana será ouvida em uma música chamada “Wait of Love”.
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O ator e diretor James Franco, adorador de filmes de baixo orçamento voltados para festivais, revelou à revista V que tem um projeto com a Lana Del Rey. Segundo ele, os dois já tiveram algumas conversas sobre criar um filme juntos, mas ainda não conseguiram iniciar a produção. Lana é excêntrica demais até para ele.
“Ela tem essa ideia para um filme. Eu quero fazer, porque é algo tipo ‘Sunset Boulevard’. Uma mulher sozinha em uma casa grande em Los Angeles. Ela não quer sair e começa a ficar louca, paranoica, porque sente que estão assistindo-a. Mesmo dentro de casa”, adianta James Franco. “É como um maravilhoso filme indie, que está na cabeça da Lana. É sobre ela, e não é sobre ela, como sua música”.
Ele não consegue sentar com Lana para acertar os detalhes do filme, por causa do jeito dela. “Uma vez, quis entrevista-la para um livro e ela me disse ‘Apenas escreve sobre mim. É melhor que não sejam minhas próprias palavras. É quase melhor se você não me captar exatamente, mas tente”.
Ele não consegue sentar com Lana para acertar os detalhes do filme, por causa do jeito dela. “Uma vez, quis entrevista-la para um livro e ela me disse ‘Apenas escreve sobre mim. É melhor que não sejam minhas próprias palavras. É quase melhor se você não me captar exatamente, mas tente”.
Com duas faixas no novo filme do diretor Tim Burton, Lana Del Rey voltou à mídia esta semana graças aos vazamentos de “Big Eyes” e “I Can Fly”. A cantora também está na capa da edição de colecionador da revista Galore. As fotos e parte da entrevista já foram divulgados.
Uma parceria inusitada: Lana Del Rey e Courtney Love. Depois de dizer que “gostaria de estar morta” e ser atacada pela filha de Kurt Cobbain, Lana Del Rey fechou uma agenda de shows com a viúva do vocalista do Nirvana. Courtney abrirá oito apresentações da nova turnê da artista de “Ultraviolence”, marcada para o ano que vem.
Intitulada “Endless Summer Tour”, ela foi anunciada inicialmente com 17 shows nos EUA e no Canadá. Os locais escolhidos são anfiteatros, como o Hollywood Bowl, em Los Angeles. Confira as datas:
Já pensou um festival com Coldplay, Pharrell Wiallims, Lana Del Rey, M.I.A, Lily Allen, Sia, Iggy Azalea e outros nomes da música atual? É o Lollapalooza que está chegando em março na Argentina e no Brasil.
Um possível arquivo interno da promotora do evento começou a circular na web e entrega as atrações do festival. Em anos anteriores, as atrações do evento foram praticamente replicadas no Brasil.
A cantora Lana Del Rey foi obrigada a adiar o show que faria em Tel Aviv, em Israel, no dia 20. O motivo é a onda de ataques e bombardeios na Faixa de Gaza, por causa da guerra civil entre judeus e palestinos islamitas. Segundo o Jerusalém Post, os organizadores anunciarão uma nota data assim que houver segurança para o evento.
Lana Del Rey atualmente está em turnê com as músicas do álbum “Ultraviolence”, que vendeu 182 mil cópias na semana de lançamento nos EUA. Sua agenda inclui shows na Fraça, nos EUA e no México até outubro. Seria a primeira vez que ela se apresentaria em Israel.
O relacionamento entre os dois durou três anos, que Lana define como “gratificantes, mas muito difíceis”. Segundo ela, psicologicamente, os dois passaram por muito juntos. “Amaria encontrar alguém com quem possa dividir minha vida e me casar”, disse a cantora, que foi fotografada com o filho da editora-chefe da Vogue italiana no início do mês. “Amaria ter filhos, também. Com sorte, eles não serão tão maus quanto eu”.
Na carreira, Lana acredita que evoluiu com relação ao “Born To Die”, quando tinha receio de se apresentar ao vivo. Agora, ela passa muito tempo com fãs no backstage, tirado energia desse carinho, antes de subir no palco. “O fato de gostarem do que faço é um grande ‘dane-se’ para qualquer dúvida que eu tinha”, disse.
Além do sucesso do seu mais recente álbum, o “Ultraviolence”, que estreou direto no primeiro lugar da principal lista de álbuns da Billboard, Lana Del Rey aproveita para continuar seu sucesso editorial.
A mais nova capa de revista a ter a cantora foi a “Rolling Stone”, que exibiu um ensaio fotográfico inédito de Lana, feito pelo fotógrafo Theo Wenner. Veja as fotos:
A nova atualização da parada de discos americana, a Billboard 200, está cheia de novidades. Ed Sheeran e seu álbum “x” desceram do 1º para o 2º lugar, com vendas de 53 mil cópias na última semana. A liderança, desta vez, é ocupada por “Trigga”, o disco novo do Trey Songz, que vendeu 105 mil unidades nos EUA em sua semana de lançamento. É o segundo nº1 da carreira dele neste ranking.
Já Robin Thicke viu sua homenagem à ex-mulher, o álbum “Paula”, vender apenas 24 mil cópias nos EUA na primeira semana (número melhor que no Reino Unido…). Assim, ele debutou em 9º lugar com seu trabalho novo. Sem comparações com o disco anterior, “Blurred Lines”, que estreou em 1º lugar, com vendas de 177 mil cópias.
Depois da derrota histórica do Brasil para a Alemanha na semi-final da Copa do Mundo 2014, muitos se perguntaram o porquê de uma campanha tão titubeante e uma derrota tão vexaminosa.
Para que tudo fique mais claro à compreensão de nossos amigos amantes da cultura pop, fizemos um raio-x da participação de onze dos principais jogadores brasileiros no campeonato, relacionando-os com erros e acertos das divas pop.
Paulinho McKee – um pouco “who” para quem não acompanha futebol/música pop, cria lances incríveis para os outros, mas não faz gol por si só e não pode fazer nada se não aproveitam bem suas composições, digo, passes.
Marceloney Spears – aqueles que a gente ama odiar! Chegou fazendo gol contra, não se destacou além disso, mas é, no fundo, tímido, amigão e, de verdade, como não gostar?
Fernandinho Banks – fez gol logo que entrou no seu primeiro jogo, prometendo MUITO, mas só flopou ao escolher a violência ao invés de mostrar seu talento, igual a amiguinha que arrumou muitos barracos, mas álbum até agora… Falta!
Oscar Furler - SIA não aparece muito mas, quando aparece, cumpre seu dever e hita.
Júlio Lovato - talento feat. história de superação, afinal, vocês não sabem o que ele passou… familiar? Sim, Julinho é a Demi Lovato do futebol!
Dani Gaga – arrasa no estilo, no carão, nas promessas, mas na verdade, mostrou um futebol-arte-flop.
Hulk Minaj – ASS
Fredina Aguilera – já foi SUPER HIT, atraiu legião de fãs, mas, hoje em dia, só atrai o ódio de toda uma nação. É aqui a Fred tour?
Thiago Del Rey – o bocão carnudo não é o único traço que Thiago e Lana compartilham: ambos são muito sentimentais e mostram isso através de sua arte. Esse traço pode tanto ajudar, quanto atrapalhar suas performances e, no caso de ambos, o segundo é frequente.
Davidoncé Luiz - DIVA, mil e uma utilidades, corre, chuta, defende, faz gol, bate falta, dança, canta, sapateia e é amado por toda a nação. Ainda veremos muito bate cabelo de Luiz nos palcos, digo, nos campos nos próximos anos.
Neymar Perry - não tem prêmios de melhor do mundo, mas é HIT. Criticam de sem talento, farsante, mas faz muita falta no mundo pop, digo, no time, que fica menos colorido e divertido sem ele.
ATENÇÃO:
Nenhum jogador de futebol ou diva pop foi machucado na produção desta postagem. Enquanto falamos deles, cada um ficou, em média, cerca de 100 mil dólares mais rico. Menos o Fred.
Para somar à essa semana, que viu seu novo álbum, o “Ultraviolence”, alcançar o topo das paradas musicais dos Estados Unidos e do Reino Unido, além de possivelmente ficar em primeiro lugar na “United World Chart”, Lana Del Rey agora aparece na capa da nova edição da revista “Madame Figaro”.
Com o “Ultraviolence” estreando no primeiro lugar tanto nos Estados Unidos como no Reino Unido, era de se esperar que, mundialmente falando, o sucesso do novo álbum de Lana Del Rey fosse o mesmo.
Está confirmado. Lana Del Rey conseguiu seu primeiro nº1 na Billboard 200. “Ultraviolence” vendeu 182 mil cópias na semana de lançamento nos EUA e garantiu a liderança isolada na parada americana. O disco foi o mais vendido de uma cantora, nos sete primeiros dias, desde o lançamento de “Beyoncé” em dezembro.
A Billboard destaca ainda que “Ultraviolence” se saiu melhor que “Born to Die”, o álbum anterior da Lana, que vendeu 77 mil cópias na primeira semana no país. Na época, a cantora era o buzz do momento, com aparições em vários programas de TV. “Ultraviolence” vendeu mais, sendo que Lana não se apresenta em programas de TV americanos há mais de dois anos. A última foi em março de 2012, no “American Idol”.
A Billboard destaca ainda que “Ultraviolence” se saiu melhor que “Born to Die”, o álbum anterior da Lana, que vendeu 77 mil cópias na primeira semana no país. Na época, a cantora era o buzz do momento, com aparições em vários programas de TV. “Ultraviolence” vendeu mais, sendo que Lana não se apresenta em programas de TV americanos há mais de dois anos. A última foi em março de 2012, no “American Idol”.
A entrevista da Lana Del Rey para o jornal The Guardian continua repercutindo. a filha do Kurt Cobain também não gostou do que foi publicado, e criticou a cantora publicamente. Ela acredita que Lana estava glamorizando a morte do seu pai aos 27 anos, o que ela garante que não foi o caso. “Lana Del Rey, a morte de jovens músicos não é algo para se romantizar. Nunca vou conhecer meu pai, porque ele morreu jovem, e isso se torna um feito desejável, porque pessoas como você acham que que é ‘legal’”, twittou Frances Bean Cobain.
Na reportagem do The Guardian, que a própria Lana criticou, ela respondeu perguntas sobre Cobain e Amy Winehouse. O repórter perguntou se ela achava glamoroso morrer aos 27 anos e ela disse “Eu não sei. Hum, sim” e depois afirmou que “gostaria de já estar morta”. Segundo a artista, seu erro foi ter confiado no jornal.
Ao Frances Bean Cobain, ela respondeu diretamente. “Está tudo bem. Ele [o repórter] estava me perguntando muito sobre seu pai, e eu disse que gostava dele, porque ele era talentoso, não porque ele morreu jovem”, twittou. “A outra parte do que eu disse não estava relacionada às pessoas que ele mencionou. Também não acho essa parte da música glamorosa”.
Ao Frances Bean Cobain, ela respondeu diretamente. “Está tudo bem. Ele [o repórter] estava me perguntando muito sobre seu pai, e eu disse que gostava dele, porque ele era talentoso, não porque ele morreu jovem”, twittou. “A outra parte do que eu disse não estava relacionada às pessoas que ele mencionou. Também não acho essa parte da música glamorosa”.
A cantora Lana Del Rey levou a melhor no Reino Unido. Seu disco novo, chamado “Ultraviolence”, disputou as maiores vendas com “The Hunting Party”, lançamento da banda Linkin Park, e conseguiu ficar em 1º lugar na parada britânica. O álbum dos roqueiros ficou em 2º lugar.
Esse não é o único destaque da atualização do ranking, no entanto. O que chama mais atenção é o enorme salto de “+”, do Ed Sheeran. O disco, lançado há três semanas, subiu diretamente do 50º lugar para o 9º na lista dos mais vendidos – possivelmente por causa da proximidade do lançamento do segundo álbum dele. “x”, o novo, chegou às lojas nesta segunda (23/6).
Confira o Top 10 semanal:
01) “Ultraviolence” – Lana Del Rey (lançamento)
02) “The Hunting Party” – Linkin Park (lançamento)
03) “In the Lonely Hour” – Sam Smith (-)
04) “Ghost Stories” – Coldplay (2-4)
05) “48:13” – Kasabian (1-5)
06) “Blue Smoke – The Best Of” – Dolly Parton (-)
07) “Caustic Love” – Paolo Nutini (-)
08) “A Perfect Contradiction” – Paloma Faith (-)
09) “+” – Ed Sheeran (50-9)
10) “Whispers” – Passenger (5-10)
Confira o Top 10 semanal:
01) “Ultraviolence” – Lana Del Rey (lançamento)
02) “The Hunting Party” – Linkin Park (lançamento)
03) “In the Lonely Hour” – Sam Smith (-)
04) “Ghost Stories” – Coldplay (2-4)
05) “48:13” – Kasabian (1-5)
06) “Blue Smoke – The Best Of” – Dolly Parton (-)
07) “Caustic Love” – Paolo Nutini (-)
08) “A Perfect Contradiction” – Paloma Faith (-)
09) “+” – Ed Sheeran (50-9)
10) “Whispers” – Passenger (5-10)
Lana Del Rey é tão fascinada com o tema morte que revelou em entrevista a um jornal inglês que gostaria já estar morta. Para o The Guardian, a cantora do disco “Born to Die” comentou o assunto quando os nomes de Kurt Cobain e Amy Winehouse vieram à tona.
“Gostaria de já estar morta”, respondeu ao ser perguntada se ela achava glamourosa a morte de ídolos como Kurt e Amy aos 27 anos. “Sim. Não gostaria de continuar fazendo isso, mas estou”, disse sem se referir a algo específico. “Fazer o que? Música?”, quis saber o jornalista. “Tudo”, rebateu Lana.
“É assim que eu me sinto. Se eu não me sentisse desta forma, não diria. Ficaria assustada se soubesse que a morte está chegando, mas…”, não respondeu.
“É assim que eu me sinto. Se eu não me sentisse desta forma, não diria. Ficaria assustada se soubesse que a morte está chegando, mas…”, não respondeu.
Liberada para audição desde o final do mês de maio, “Shades Of Cool”, música de Lana Del Rey presente em seu novo álbum, o “Ultraviolence”, vai ganhar clipe.
E para divulgar o lançamento, Lana divulgou em sua conta no Instagram um trechinho do clipe de “Shades Of Cool”. Veja:
O novo álbum de Lana Del Rey, intitulado “Ultraviolence”, ainda nem foi lançado e já se especula quanto que o disco irá vender em sua semana de estreia. Segundo o website “Hits Daily Double”, o “Ultraviolence” deverá fechar a semana com vendas entre 170 mil e 200 mil cópias. Mas o primeiro lugar de Lana não está garantido.
A cantora irá disputar o posto mais alto da principal lista de álbuns da Billboard com os novos discos de Sam Smith e da banda Linkin Park, que tem previsões de vendas entre 125 mil e 150 mil pro de Sam e de 100 mil pro do Linkin Park.
O “Ultraviolence” começa a ser disponibilizado pra venda em alguns lugares do mundo a partir de hoje (13), mas nos Estados Unidos o novo álbum de Lana Del Rey só será posto à venda na próxima semana.
Com um dos álbuns mais esperados do ano, o “Ultraviolence”, marcado para lançamento no próximo dia 16 de junho, Lana Del Rey aparece em mais uma capa de revista.
Dessa vez foi a publicação francesa “”Les inRockuptibles”. Veja as fotos:
A cantora Lana Del Rey sofre de uma doença misteriosa, que a faz se sentir depressiva. Foi a própria artista que revelou o mal de saúde, em entrevista à revista Fader. Segundo ela, é algo que os médicos não conseguem esclarecer, nem resolver. “Tenho estado doente em turnê há dois anos, com essa anomalia médica que os médicos não conseguem resolver”, disse.
A doença ocupa um espaço muito grande na vida da cantora, segundo ela. “Eu me sinto doente grande parte do tempo e não consigo descobrir o porquê”. Em um show em Dublin, na Irlanda, em maio, ela chorou no palco, e não era emoção. “Foi muito pesado. É duro se apresentar para pessoas que se preocupam de verdade com você, e você não pode se preocupar consigo mesma às vezes. Achei que isso era triste, que minha posição era triste”.
Com a divulgação do álbum novo, Lana Del Rey terá que enfrentar essa questão em público mais vezes. A cantora, que já disse que prefere compor à fazer shows, vai ter uma agenda cheia de compromissos para promover “Ultraviolence”. O disco chegará às lojas no dia 16 no Reino Unido e no dia 17 nos EUA.








